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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Foram encontrados 457 registros

Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
RODRIGO LOPES DES-MAIR-IZAÇÃO” DA APRENDIZAGEM: O ENSINO DE HISTÓRIA NO 2º ANO DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA INDÍGENA ESTADUAL TAPI’ITAWA EM CONFRESA-MT 2022 DERNIVAL VENÂNCIO RAMOS JÚNIOR UFT
Resumo
Este trabalho, desenvolvido no âmbito do Programa de Mestrado Profissional em Ensino de História (PROFHISTÓRIA), insere-se na linha de pesquisa saberes históricos no espaço escolar, discutindo os métodos de ensino e aprendizagem nas aulas de História do povo Indígena do Povo Tapirapé. Apresenta um estudo etnográfico sobre as aulas de História do 2º ano do Ensino Médio da Escola Indígena Estadual Tapi’itawa, do município de Confresa-MT. Busca-se compreender como os Tapirapés se apropriam dos saberes, da cultura e dos conhecimentos dos anciões no sentido trazer a vivência do povo Tapirapé para as aulas de História, inserindo-a ao ambiente escolar, sobretudo à área de conhecimento focalizada, de modo a elaborar reflexões e inseri-las no cotidiano da comunidade. A pesquisa utilizou aportes teóricos do campo da análise da educação crítica e da educação como rompimento ao modelo de ensino tradicional. Os resultados dão conta de que os saberes históricos construídos por estudantes em diferentes espaços da comunidade indígena estão ligados à perspectiva da descolonização dos saberes tradicionais, principalmente daqueles indicados pelos órgãos oficiais de governo.
Palavras-chave
ProfHistoria, Ensino de História, Educação Indígena. Povo Tapirapé.
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
PRISCILA CABRAL DE SOUSA MEMÓRIAS E NARRATIVAS BIOGRÁFICAS DE MULHERES DE BALSAS - MA: ESTRATÉGIAS PARA O ENSINO DE HISTÓRIA 2021 VERA LÚCIA CAIXETA UFT
Resumo
O presente trabalho tem por objetivo combater a lógica androcêntrica que pauta o ensino de história e abordar os seus conteúdos a partir do presente e do local. Para tanto, a ênfase na História das Mulheres, tendo narrativas biográficas femininas como ponto de partida, fez-se fundamental. Observações realizadas no ambiente escolar demonstraram que no ensino fundamental o Ensino de História ainda é marcado pela primazia do masculino, do passado e do mundial. Reflexões feitas acerca desse cenário demonstraram que as mulheres são figuras secundárias nos eventos históricos, nos livros didáticos e em muitos momentos no meio social. Logo, atribuir às mulheres seu papel de direito – de sujeitas da história – exige reconhecer e enfatizar a importância dos conhecimentos da disciplina para a construção de uma sociedade justa, democrática e igualitária. Infere-se, portanto, a relação entre essas abordagens e algumas problemáticas que permeiam a prática pedagógica no campo da disciplina histórica. Nessa perspectiva, foi proposta às alunas e aos alunos do nono ano de uma escola pública no município de Balsas - MA, a produção de biografias a partir de dois procedimentos: um, que utilizou a entrevista, técnica da História Oral, para escrever a história de vida das mulheres do local; e o outro, que através da pesquisa bibliográfica, resultou em narrativas da trajetória de diversas personalidades femininas. A análise do processo de produção das narrativas de mulheres que residem na localidade apontou possibilidades de abordagem de diversas temáticas, costumeiramente realizadas a partir da atuação de indivíduos distantes da realidade das(os) estudantes tanto no tempo quanto no espaço. Além disso, explorar a construção discursiva do Eu através das autobiografias das alunas, ampliou o horizonte das abordagens da História em sala de aula. O desenvolvimento desse trabalho oportunizou a organização de um produto final que consistiu na elaboração de Abordagens Temáticas formuladas com base nas sequências executadas. Trata-se de proposições de formas de ensinar a História das Mulheres que podem ser aplicadas ao longo do ano letivo e dentro da grade curricular do nono ano. Essas propostas permitem a aprendizagem e tornam os conhecimentos da História mais significativos na medida em que deixa evidente o vínculo entre o passado e o presente. Diz-se, portanto, que os procedimentos realizados favoreceram a aprendizagem histórica e atendem às finalidades dessa disciplina.
Palavras-chave
ProfHistoria, Ensino de História, Mulheres de Balsas, Biografias, Aprendizagem Histórica, Memória e narrativas de vida. Resumo:
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DISSERTAÇÃO
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
CRISTIANO APARECIDO MENDES A ESCOLA PÚBLICA COMO PALCO DE UMA GUERRA NÃO DECLARADA: O DISCURSO ANTICORDIAL DO RAP E DA LITERATURA PERIFÉRICA NO ENSINO DE HISTÓRIA 2021 CLÉBER SANTOS VIEIRA UNIFESP
Resumo
Trata-se de uma pesquisa bibliográfica com abordagem teórica e cunho pedagógico que pretende (re)pensar a Pedagogia, o ensino e a aprendizagem a partir da disciplina de história e seu processo de formação de alunos enquanto sujeitos dessa ação. Para tanto, leva em consideração o conhecimento prévio dos educandos e se utiliza da cultura dos mesmos numa tentativa de melhorar a prática docente. A partir deste conceito, o Hip Hop, de modo geral, o Rap mais especificamente, e a Literatura Periférica, como confluente de ambos, surgem como catalisadores dessa possível forma de fazer pedagógico. A pesquisa teórico-bibliográfica partirá da história do Hip Hop, onde será dada a base para que o professor/leitor possa entender os mínimos conceitos e a importância histórica e social deste movimento, bem como a apropriação literária feita por jovens escritores da periferia paulistana, que potencializaram o discurso anticordial do Rap, seu mais proeminente elemento. Num segundo momento, a investigação analisa teóricos da educação que procuram repensar a prática docente a partir de outras pedagogias. É o caso de Miguel Arroyo, com sua ideia de “Pedagogia dos Movimentos Sociais” e Nilma Lino Gomes, com a descolonização do currículo, além de pensadores voltados ao ensino de história. Por fim a discussão voltar-se-á, especificamente, para objeto da pesquisa: o livro “A Guerra Não Declarada na Visão de um Favelado”, do rapper e ativista Eduardo (Volumes I e II). Ao todo, a obra contém 1.280 páginas, traçando uma narrativa contundente sobre os problemas que afetam a periferia, a negritude, as mulheres, etc, de uma forma determinada, imperativa e, até mesmo, agressiva, pois Eduardo escreve com a cólera de um rapper que não consegue observar os acontecimentos de forma acrítica ou sem uma análise mais aprofundada. E é essa linguagem do Rap, que afeta e sensibiliza grande parte dos alunos oriundos da periferia, que será tratada aqui da forma como se expressa, ou seja, através da anticordialidade típica de quem exige direitos.
Palavras-chave
Pedagogia, Ensino de História, Rap, Literatura Periférica e Anticordialidade.
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Dissertação