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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Foram encontrados 408 registros

Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
FERNANDA NASCIMENTO CRESPO O BRASIL DE LAUDELINA: USOS DO BIOGRÁFICO NO ENSINO DE HISTÓRIA 2016 MARCIA GONÇALVES UERJ
Resumo
O currículo de história tem sido um espaço de grandes tensionamentos no que se refere às questão racial e de gênero e muitas iniciativas que visam a atender a essas demandas no âmbito escolar, a despeito das boas ou más intenções, têm encontrado na prática, os obstáculos da essencialização e da folclorização das diferenças, reafirmando estereótipos. Neste estudo, apostamos nos usos do biográfico como um instrumento potencialmente fecundo no que tange à superação desses entraves e, mais especificamente, nas histórias de vida de Laudelina de Campos Mello como um recurso para a construção de conhecimentos históricos sobre o nosso país. Mulher negra, Laudelina viveu entre os anos de 1904 e 1991 e colecionou histórias de luta e resistência. Foi fundadora da primeira Associação de Empregadas Domésticas do Brasil no ano de 1936, na cidade de Santos-SP e até seus últimos anos de vida se dedicou à conquista de direitos por parte desta categoria. Além disso, sua atuação junto a movimentos negros faz com que suas histórias constituam registros importantes sobre a luta dos afro-brasileiros ao longo do século XX.
Palavras-chave
Profhistoria;Ensino de História;Usos do biográfico.;Mulher negra
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dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
CLAUDIA FERNANDES DE AZEVEDO INTERAÇÃO VERBAL COM FONTES: LETRAMENTO(S) NO ENSINO DE HISTÓRIA 2016 HELENICE ROCHA UERJ
Resumo
As habilidades de leitura e escrita dos alunos são frequentemente apontadas como fator fundamental por trás das estatísticas de fracasso escolar. Contudo, apesar do não questionado papel que o letramento exerce no favorecimento do aprendizado das disciplinas escolares, o aperfeiçoamento dos níveis de letramento tende a ser associado às aulas de ensino da língua. O presente trabalho objetiva refletir sobre as práticas de letramento que ocorrem no âmbito da sala de aula de história bem como investigar os possíveis efeitos da interação dos alunos com fontes históricas sobre o aprendizado da disciplina. Acreditamos que o modelo de prática de letramento adotado na aula de história reflete uma certa compreensão do que significa aprendizado histórico e que, para mudar esta concepção, as práticas de letramento também devem mudar. Também acreditamos que utilizar fontes históricas como recurso pedagógico pode funcionar como estratégia para promover diferentes tipos de letramento. Por um lado, dada a própria definição de fonte, estes documentos se apresentam em várias formas (textos escritos, imagens, fotos, objetos, mapas etc.), oferecendo aos alunos oportunidade para lidar com diferentes modos de produção de sentido, habilidade que vem se tornando cada dia mais importante devido à proliferação de textos multimodais, especialmente nos ambientes web. Por outro lado, o uso de tais documentos também possibilita aos alunos compreender melhor a produção de conhecimento histórico. Consequentemente, é possível integrá-los a atividades que visem desenvolver multiletramentos assim como letramento histórico.
Palavras-chave
Profhistoria;Ensino de História;Letramento.;Multiletramento.;Letramento histórico;Fontes históricas
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dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
CAROLINA BARCELLOS FERREIRA “ISSO É COISA DA MACUMBA? ” ELABORAÇÃO DE UM MATERIAL PEDAGÓGICO DE HISTÓRIA SOBRE AS RELIGIOSIDADES AFRO-BRASILEIRAS EM MUSEUS DO RIO DE JANEIROS 2016 CARINA MARTINS COSTA UERJ
Resumo
O presente trabalho, atuando no campo do ensino de História, propõe aliar a capacidade pedagógica dos museus à discussão sobre a intolerância religiosa, tendo como objetivo construir um material pedagógico para uso em sala de aula. Os museus são aqui compreendidos como espaços de produção de conhecimento e representação das temporalidades. Os objetos religiosos foram selecionados em três instituições da cidade do Rio de Janeiro, a saber, Museu Histórico Nacional, Museu da Maré e Museu Nacional. Discutindo noções como memória, história, dever de memória e o alcance e limites do ensino das relações étnico-raciais; e testando o material produzido com um grupo focal formado por 9 alunos do oitavo ano de uma escola pública da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, procuramos evidenciar que o estudo sobre a história dos objetos religiosos expostos em museus pode ajudar a combater a intolerância religiosa e estimular o diálogo entre os alunos de diversas vertentes religiosas.
Palavras-chave
Profhistoria;Ensino de História;Museus.;Relações étnico-raciais;Religiosidade;Objetos religiosos
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dissertação