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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Foram encontrados 408 registros

Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
GISELE MENEZES MARTINS A UTILIZAÇÃO DO CINEMA NO ENSINO DE HISTÓRIA: O FILME VIRGEM MARGARIDA E A POLÍTICA SOCIOCULTURAL EM MOÇAMBIQUE PÓS-INDEPENDÊNCIA 2020 .SILVIO DE ALMEIDA CARVALHO FILHO UFRJ
Resumo
Esta dissertação traz uma abordagem do filme Virgem Margarida (2012), do diretor Licínio Azevedo, no Ensino de História. São apresentados diversos usos e possibilidades, assim como os desafios para a docência, trazendo um enfoque em práticas pedagógicas atualizadas acerca da utilização do cinema em sala de aula no Caderno de Atividades. Nele, foram empregadas metodologias de análise criativa da obra que preconizam a construção de sentidos e do senso crítico acerca dos temas relativos à importância dos filmes como arte, ao ensino da história africana e moçambicana, ao papel das mulheres e da violência de gênero na compreensão da História no mundo contemporâneo. O filme, considerado como História, tem potencial para ser um canal de desenvolvimento da consciência histórica no processo de ensino-aprendizagem, da experiência da alteridade e do desenvolvimento do gosto, contribuindo com reflexões sobre a relação entre cinema e História, gênero, violência contra a mulher e construção nacional no pós-independência de Moçambique.
Palavras-chave
ProfHistória, Ensino de História, Cinema, Moçambique, Virgem Margarida, Licínio Azevedo
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DISSERTAÇÃO
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
PAULO ROBERTO MARTINS DA SILVA ENSINANDO HISTÓRIA PARA EDUCANDOS SURDOS EM UMA ESCOLA INCLUSIVA: UM ENSINO POSSÍVEL 2020 CINTHIA MONTEIRO DE ARAÚJO UFRJ
Resumo
Esta dissertação aborda o ensino de História para educandos surdos no contexto de escolas inclusivas do Ensino Fundamental II. Observa-se que a aprendizagem da História pelo surdo nesse contexto escolar tem apresentado vários obstáculos, entre os quais, a predominância de metodologias pedagógicas exclusivamente orais. Sendo assim, esse estudo buscou analisar os estudos recentes sobre o saber histórico escolar e o ensino para alunos surdos, refletindo como as contribuições teóricas da Pedagogia Visual e do uso de imagens históricas em sala de aula podem favorecer a construção de uma metodologia que tome por base a prática de professores de História de escolas inclusivas. Propõe-se, portanto, a partir das contribuições da semiótica imagética, uma metodologia didática diferenciada que favorecerá o ensino para educandos surdos em turmas do 9º ano do Ensino Fundamental, e consequentemente, a aprendizagem histórica. Para o desenvolvimento dessa metodologia foram tomados por base os estudos teóricos relacionados ao ensino para alunos surdos tanto da Educação como do ensino de História. Além disso, a construção metodológica também se fundamentou a partir da experiência de professores de História que lecionam em municípios da Região Sul Fluminense do estado do Rio de Janeiro, que tiveram seus depoimentos colhidos e analisados a partir dos pressupostos metodológicos da História Oral.
Palavras-chave
Profhistória. Ensino de História. Educação Especial. Saberes e práticas no espaço escolar. Ensino para surdos. Inclusão
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DISSERTAÇÃO
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
ANDRÉIA COSTA SOUZA ENSINO DE HISTÓRIA E MULHER NEGRA: UM OLHAR INTERSECCIONAL SOBRE AS PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES EM CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA-PA 2020 DERNIVAL VENÂNCIO RAMOS JÚNIOR UFT
Resumo
Esta dissertação apresenta os resultados e as reflexões em torno de uma formação para o Ensino de História das relações étnico-raciais e de gênero, que propôs investigar as percepções e experiências de estudantes de uma turma de oitavo ano sobre os sistemas de discriminação e opressão que estruturam a condição histórica da mulher negra. A pesquisa foi realizada em uma escola pública municipal de Conceição do Araguaia, município situado na região Sul do Estado do Pará. O estudo foi embasado na perspectiva analítica da interseccionalidade, um parâmetro teórico-metodológico próprio do pensamento feminista negro, e também nas contribuições do pensamento decolonial. Um dos principais focos do estudo se encontra na participação de cinco estudantes negras que faziam parte da turma selecionada para a referida formação. O objetivo geral foi analisar as potencialidades e os saberes resultantes de um processo formativo em relações étnico-raciais e de gênero, conduzido sob a perspectiva interseccional e tendo as vozes das estudantes negras como orientação. A metodologia da pesquisa-ação foi escolhida como uma proposta de participação coletiva realizada com o grupo de estudantes, na busca de uma melhor compreensão dos temas discutidos nas oficinas da formação e dos problemas práticos que identifiquei nas aulas de História. Formei e fui formada no decorrer da pesquisa e no momento de narrar a trajetória da formação. E, consequentemente, isso significou narrar um processo de ensino-aprendizagem, apontando o que por ventura ensinei, mas também, o muito que aprendi. Descolonizar saberes já estabelecidos e/ou promover conscientização; explicitar a complexidade dos mecanismos de subordinação, respeitando os saberes das/os educandas/os; todo este processo foi compensador. O desafio de descolonizar e enegrecer o Ensino de História é um caminho tortuoso, mas possível. Como parte dos resultados da pesquisa, foi produzida uma cartilha com a sequência das técnicas e instrumentos utilizados para a construção da metodologia utilizada.
Palavras-chave
ProfHistoria, Ensino de História, Relações étnico-raciai, Gênero, Interseccionalidade, Descolonização, Racismo estrutural.
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DISSERTAÇÃO