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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Foram encontrados 408 registros

Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
ELIZABETH FERNANDA MACHADO SERRA PRODUÇÃO DE PRESENÇA NO ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA INDÍGENA: REPRESENTAÇÕES NO LIVRO DIDÁTICO 2020 ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO UNIFESP
Resumo
Esta pesquisa foi pautada no conceito de “produção de presença” de Gumbrecht (2010), que propõe transcender a predominância da hermenêutica nas relações de ensino e aprendizagem nas ciências humanas, neste caso utilizaremos sua proposição, mais especificamente, no que concerne à compreensão do ensino de história e cultura indígena. O trabalho parte da observação da aplicabilidade da Lei 11.645/08, e de como a temática indígena vem sendo abordada em sala de aula através dos livros didáticos mais consumidos nos últimos PNLDs, considerando as implicações decorrentes desta forma de lidar com os saberes escolares, em sua relação com os povos indígenas. A partir de reflexões sobre a trajetória da História como disciplina escolar, passando pelos aspectos que favoreceram a promulgação da Lei 11.645/08, com apreciação das tensões sociais que envolvem os currículos e debatendo os aspectos mercadológicos que envolvem a produção de livros didáticos no Brasil, este trabalho apresenta as implicações da tradição hermenêutica como fator de legitimação de uma cultura de estranhamento étnico, onde as representações dos diferentes grupos nos livros didáticos protagonizaram o distanciamento sensível entre indígenas e não indígenas. Pretendemos repensar as formas de trato com a cultura indígena sob um enfoque de produção de presença, que privilegie a experiência estética em prol da equidade social por meio da compreensão das cosmogonias indígenas.
Palavras-chave
ProfHistória, Ensino de História, Produção de Presença, Livro Didático, Lei 11. 645/2008.
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
EVANDRO JOSÉ BRAGA LEITURA DA HQ ANGOLA JANGA NO ENSINO DE HISTÓRIA: UMA REFLEXÃO SOBRE O RACISMO E A ESCRAVIDÃO 2020 ANA LÚCIA LANA NEMI UNIFESP
Resumo
Com o objetivo de construir possibilidades de uma práxis educativa transformadora, este trabalho visa uma proposta de ensino de História através da narrativa gráfica Angola Janga (2017) de Marcelo D’Salete. A pesquisa consiste em um estudo histórico crítico acerca do sistema escravocrata responsável por estabelecer uma hegemonia racista no Brasil que inibiu a construção de uma identidade orgânica dos negros e deslegitima a cultura afrodescendente, como pode-se verificar em diferentes historiografias, nos currículos prescritos e na cultura da mídia e, em especial, nas histórias em quadrinhos. Ao propormos uma possível leitura da obra, refletimos sobre sua potencialidade para trabalhar o tema e promover uma discussão acerca do racismo estrutural em sala de aula. A fim de reduzir o distanciamento entre o currículo prescrito e o ativo, defendemos a importância do ensino de história contextualizado com a cultura escolar que deve guiar a escolha de materiais e conteúdos que auxiliam e conduzem o trabalho docente na formação do conhecimento histórico. Desse modo, apresentamos três propostas pedagógicas coerentes com a utilização dos quadrinhos na educação que objetivam uma transformação social: a de Dermeval Saviani, com a pedagogia histórico-crítica; a de István Mészáros, que pensa uma educação para além do capital; e a de Allan da Rosa, que elabora a Pedagoginga enquanto uma educação necessária para recuperar a ancestralidade do negro apagada pela hegemonia. Por fim, expomos duas formas possíveis de como levá-las ao ensino em concordância com as propostas pedagógicas analisadas no trabalho. Portanto, procuramos dar condições para que professores possam se apropriar de uma historiografia crítica que embasa a leitura de Angola Janga e, assim, possam promover um ensino coerente e de desenvolvimento crítico de seus alunos, estabelecendo uma pedagogia do conflito em contraposição à pedagogia do consenso presente nas prescrições curriculares que apenas reconhece as culturas minoritárias, mas não objetiva trazer as mudanças que almejamos alcançar.
Palavras-chave
Angola Janga; Ensino de História; Histórias em quadrinhos; escravidão; racismo; ProfHistória.
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
FÁBIO FERREIRA PAULI A HISTÓRIA ENTRE ZEROS E UNS: ENSINO DE HISTÓRIA E NATIVOS DIGITAIS (2000-2018) 2020 FÁBIO FRANZINI UNIFESP
Resumo
Diferentes das gerações que os precederam, os nativos digitais nasceram e cresceram em um ambiente dual governado por duas esferas, uma real e uma digital. Portadores de um acesso instantâneo e quase irrestrito à informação, são atores em um processo de ensino-aprendizagem em constante conflito com estratégias pedagógicas, instituições e profissionais que não partilham e não compreendem suas características únicas. Esta pesquisa identificou as características peculiares no processo de aprendizagem do conhecimento histórico escolar nos nativos digitais, estudantes do ensino médio nascidos a partir de 2000, e estabeleceu critérios que auxiliem na elaboração de propostas e projetos pedagógicos em consonância com as novas necessidades educacionais dos alunos e alunas nativos digitais. A pesquisa se baseia no estudo de duas linhas bibliográficas distintas, sobre o ensino de história e sobre os nativos digitais, e no levantamento de dados censitários de organizações governamentais e privadas, de âmbito nacional e internacional, estabelecendo relações entre os diferentes campos de estudo e as problemáticas levantadas pela bibliografia específica sobre os estudantes na sua dinâmica escolar, visando identificar os pontos de tensão e possibilidades educacionais entre a escola e os nativos digitais.
Palavras-chave
História. Ensino de História. ProfHistória. Educação. Nativos Digitais
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Dissertação