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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Foram encontrados 408 registros

Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
IGOR MARTINS FONTES LEICHSERING HESTÓRIA: ESTÓRIA CONTANDO HISTÓRIA – A TERCEIRA MARGEM DO RIO COMO UMA RELEITURA, POR GUIMARÃES ROSA, DA TEORIA DE HISTÓRIA DE WALTER BENJAMIN. 2020 "ANA LÚCIA LANA NEMI " UNIFESP
Resumo
Este trabalho se propõe a investigar a possibilidade do conto “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa (1908-1967), ser uma releitura poética do ensaio “Sobre o conceito de história”, de Walter Benjamin (1892-1940). Este, para criticar a noção de progresso, usa a metáfora do rio, em que a classe operária alemã estaria imaginando flu tuar “com a corrente (...) na qual ela supunha estar nadando”. A noção do tempo como um rio "continuum" na história é substituída, pelo alemão, por uma história "como mon tagem", em que a função do historiador seria a de captar o acontecimento histórico em seu "relampejo fugaz", por meio da memória. No conto de Rosa a "canoa" do pai, repre sentando a história, também surge em lapsos na recordação do filho, fixada momentane amente em sua resistência à continuidade do rio (tempo). A tradição e o progresso não estão, respectivamente, atrás (passado) e à frente (futuro) no fluxo do rio, como pensa vam os “historicistas”, mas nas margens, delimitando cada “tempo-de-agora” efetiva mente vivido, tal qual a imagem de pensamento criada por Benjamin. Passagens de ou tros contos dos livros “Primeiras estórias” e “Tutameia: terceiras estórias” também são analisadas sob a perspectiva da hipótese de diálogo entre as obras de ambos. Adicional mente, é realizado um levantamento de autores que já realizaram aproximações entre eles por diversas temáticas.
Palavras-chave
Guimarães Rosa; A terceira margem do rio; Walter Benjamin; Sobre o conceito de história; Literatura, história e ensino.
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
JANAINA FRANZONI CAETANO DIFERENTES LEITURAS DO PASSADO NO MONUMENTO AOS BANDEIRANTES EM SANTANA DE PARNAÍBA/SP: ENSINO DE HISTÓRIA E MEMÓRIA SOCIAL 2020 LUCÍLIA S. SIQUEIRA UNIFESP
Resumo
Este trabalho propõe o uso do monumento no Ensino de História, como uma fonte documental, que contribui para o conhecimento do passado. Os objetivos centrais são: a) analisar o monumento em suas diferentes temporalidades e funções, partindo da concepção que este é um objeto intencionalmente criado e utilizado por determinado grupo para perpetuar uma memória; b) refletir sobre a relação entre a construção da memória social e o monumento; c) entender como o Ensino de História pode ajudar na leitura crítica e na desconstrução da memória preservada no monumento, para entendermos como este objeto é constituído de diferentes narrativas do passado. No estudo do Monumento aos Bandeirantes localizado na cidade de Santana de Parnaíba/SP, busca-se compreender como é possível estudar os processos históricos e a construção da memória social de uma cidade através deste objeto. Apresentamos, ao final, como parte propositiva decorrente do processo de pesquisa, uma sequência didática que indica ao professor atividades para pensar o monumento historicamente, de forma a desconstruir sua narrativa, compreender qual leitura do passado este invoca e analisar a relação entre memória e esquecimento nele contida. Para tanto, diretrizes são sugeridas para utilizar o monumento como documento, e o material pode inspirar trabalhos com monumentos em outras cidades.
Palavras-chave
Monumento. Ensino de História. Memória Social. Bandeirantismo. Santana de Parnaíba
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
JULIANA MAGALHÃES TEODORO PROPOSTAS CURRICULARES E O ENSINO DE HISTÓRIA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: ENTRE ORIENTAÇÕES, DIREITOS E CURRÍCULO 2020 JOÃO DO PRADO FERRAZ DE CARVALHO. UNIFESP
Resumo
A presente pesquisa analisa as trocas e implementações das Propostas Curriculares e o Ensino de História nos anos iniciais do Ensino Fundamental na rede pública municipal da cidade de São Paulo entre o período de 2007 a 2017. Neste sentido procurou-se investigar as prescrições curriculares, as interpretações e os saberes docentes a elas relacionadas no contexto de formação de docentes. Para tanto a pesquisa desenvolveu-se em torno de dois eixos: a análise comparativa das prescrições curriculares com base na História Social do Currículo fundamentada nas contribuições de Goodson (2008) e Apple (1982) e a análise dos registros produzidos pelos docentes na JEIF (Jornada Especial Integral de Formação Docente) investigadas à luz dos estudos de Bittencourt ( 1997, 2004, 2018), Chaui (1989), Ball (1992, 2002) e Shiroma, Garcia e Campos (2005). Ambas as análises foram compreendidas a partir dos conceitos de Culturas Escolares (Viñao,2007) e dos Saberes Docentes (Tardif, 2014). Ao analisarmos o lugar do ensino de História e a influência das leis étnico-raciais, nos anos iniciais, nos referenciamos nos estudos de Carvalho (2014, 2018, 2020), Soares (2008, 2009s, 2018), Fonseca (2009), Mattos ( 2003), Miranda (2007), Menezes e Silva ( 2007) e Oliveira (2003, 2011, 2013). Por fim, com base nos resultados da pesquisa formulamos um documento colaborador para discussões na formação em “JEIF”, procurando dialogar com as principais dúvidas encontradas sobre o ensino de História para os anos iniciais do ensino fundamental, a fim de contribuir com o debate nos campos da Educação e do Ensino de História.
Palavras-chave
Propostas Curriculares. História Social do Currículo. Saberes Docentes. Ensino de História nos Anos Iniciais. Leis Étnico-Raciais.
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Dissertação