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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Foram encontrados 408 registros

Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
DIOGENES ANTÔNIO MOREIRA JUNIOR A AULA COMO UMA BATALHA DE TEXTOS: A TEORIA E O ENSINO DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO JOGO TEMPOS & HISTÓRIAS 2020 MÁRCIA DE ALMEIDA GONÇALVES UERJ
Resumo
O jogo Tempos & histórias foi desenvolvido como um material pedagógico que integra conceitos, conteúdos e metodologias para colaborar com o aprendizado escolar nas áreas do conhecimento que envolvem a História, assim como possibilitar o desenvolvimento de habilidades através da ludicidade, na busca de fortalecer o compromisso no ensino de História na direção de uma cidadania voltada para os valores democráticos e de reconhecimento da diversidade no processo educacional. Como material didático para as aulas em História, o jogo Tempos & histórias entrelaça as diretrizes curriculares da Base Nacional Comum Curricular, sobretudo para as turmas de 6º ano do ensino fundamental anos finais, com referências do campo da Teoria da História, integração crítica entre a produção acadêmica e a prática docente na educação básica. Na busca da consecução desse objetivo, tematizamos especialmente as relações entre tempo e história, o debate acerca das habilidades na Base Nacional Comum Curricular e, por fim, detalhamos as implicações referentes a jogabilidade de Tempos & histórias.
Palavras-chave
ProfHistoria. Ensino de História. Teoria da História. BNCC. Ludicidade. Jogo. Temporalidades.
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
ELISA DEFELIPPE DURSO MARTINS SILVEIRA "BEBEL", "SUJEITO-HOMEM", "MENOR", TEMPO: JUVENTUDE, LIBERDADE E EXPERIÊNCIAS DE ENSINO DE HISTÓRIA NA SOCIOEDUCAÇÃO 2020 LUÍS REZNIK UERJ
Resumo
O presente trabalho é um relato autobiográfico sobre a experiência de dar aulas de História para adolescentes acusados de cometerem atos infracionais que, por estarem cumprindo medida socioeducativa de internação, encontram-se em situação de privação de liberdade. A vivência de aproximadamente três anos atuando como educadora voluntária em uma unidade de internação gerou curiosidades sobre como esses jovens lidam com o tempo. Tais inquietações ganharam rigor teórico e metodológico a ponto de se transformarem nesta dissertação. Para tal, foi importante entender o perfil dos alunos participantes dessa pesquisa: jovens, negros de baixa escolaridade e com alguma experiência delituosa. O fato de terem tido uma escolaridade irregular contribuiu para que eles não tenham sido, na idade adequada, estimulados a pensar, formalmente, sobre as relações que envolvem o passado-presente-futuro. Isso não significa, no entanto, que não tenham criado mecanismos próprios em lidar com o tempo, privados de liberdade ou não. A fim de refletir sobre como isso se deu, as minhas aulas de História passaram a ser um espaço para sistematizar e organizar uma discussão sobre o tempo. Esta pesquisa propôs e analisou cinco atividades pedagógicas que foram aplicadas em uma turma específica de jovens internados, entre os meses de março a julho de 2019. Tais oportunidades de aprendizagem foram pensadas com o objetivo de estimular os alunos a refletirem sobre o tempo, tema transversal de toda a pesquisa. Através das produções discentes, do dia-a-dia da internação, da categoria tempo e das possíveis ilações com o ensino de História e a Teoria da História, o produto final, esta dissertação, foi produzido.
Palavras-chave
ProfHistoria. Ensino de História. Saberes e práticas no espaço escolar. Ensino e aprendizagem em espaços não formais. Tempo. Socioeducação.
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
NAICON DE SOUZA BRINCO ENSINO DE HISTÓRIA NA CIBERCULTURA: NARRATIVAS SOBRE A OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO E CIDADANIA A PARTIR DA EXPERIÊNCIA HISTÓRICA ROMANA E O TEMPO PRESENTE 2020 MARIA APARECIDA DA SILVA CABRAL UERJ
Resumo
O presente trabalho de pesquisa aborda o ensino da experiência histórica romana a partir de narrativas do tempo presente, em diálogo à mobilização dos conceitos de reforma agrária e cidadania. Problematizamos o método de ensino frente ao fenômeno da expansão da cibercultura e como este têm direcionado os olhares dos jovens discentes da educação básica no entendimento dos fatos históricos. Nesse contexto foi identificado, em turmas do 6º ano do Colégio Municipal Elza Ibrahim, na cidade de Macaé/RJ, que 93% dos jovens pesquisados tem acesso ao ciberespaço e interagem principalmente com o YouTube. Ademais, discutimos o impacto destes resultados na prática em sala de aula pela ótica de referenciais do campo da Educação. No campo da Teoria da História é articulado a mobilização de conceitos e habilidades históricas em conjunto aos fatos históricos, mediadas pela operação narrativa. Fundamentado nas discussões teóricas há uma sequência didática que culmina com a construção de narrativas audiovisuais no game Gacha Life pelos alunos em três tempos e espaços: Roma no século II a.C., a formação do MST na década de 1980 no Brasil e a atuação do MST na década de 2010 em Macaé – desenvolvida nas duas turmas participantes da pesquisa. Os vídeos animações produzidos pelos alunos encontram-se hospedados em endereço eletrônico no YouTube.
Palavras-chave
ProfHistoria. Ensino de História. Saberes e práticas no espaço escolar. Aprendizagem histórica. Mídias digitais. Reforma agrária. Roma.
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Dissertação