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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Foram encontrados 408 registros

Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
MONIQUE MAGALHÃES MARINS "TODO DIA É DIA DE ÍNDIO. QUE ÍNDIO?" 2020 HELENA MARIA MARQUES ARAÚJO UERJ
Resumo
O ano de 2020 e mais de dez anos se passaram desde a implementação da Lei nº 11.645 de março de 2008, que determina a obrigatoriedade do estudo da história, cultura afrobrasileira e indígena nas escolas do Brasil. Este trabalho analisa o que mudou no que se refere ao ensino dessa temática na última década, assim como representamos nossos índios ainda hoje. Para isso, a ideia é trabalhar com o que é lembrado e o que se tornou esquecido quando se refere à temática indígena e se há uma política de memória por trás dessas comemorações e representações. Problematizo também se o nosso currículo escolar incentiva esse tipo de reflexão crítica e se nossos alunos são potenciais construtores de um conhecimento histórico, que reestruture essa maneira de pensar, através da chave epistemológica decolonial. Portanto, este trabalho tem por objetivo pensar, analisar e discutir essas questões levantadas a partir do dia 19 de abril, “Dia do Índio”, uma data simbólica e significativa para a temática indígena. Tal processo teórico-metodológico será realizado por meio de intervenções e oficinas pedagógicas, criadas por alunos do 8° ano do Ensino Fundamental II (e por mim supervisionadas), a fim de ressignificar o Dia do Índio para os alunos que cursam o Fundamental I. Tais oficinas foram elaboradas e desenvolvidas numa escola particular da cidade de Niterói no Estado do Rio de Janeiro.
Palavras-chave
ProfHistoria. Ensino de História. Dia do Índio. Decolonialidades. Lei 11.645/08.
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
SAMUEL DE ALMEIDA HENRIQUES DOM ADRIANO E ENSINO DE HISTÓRIA PARA OS DIREITOS HUMANOS: UM MAPA DIGITAL SOBRE LOCAIS DE MEMÓRIA E RESISTÊNCIA À DITADURA EM NOVA IGUAÇU 2020 DANIEL PINHA UERJ
Resumo
O Presente estudo partiu da experiência de sala de aula. Temas espinhosos revelavam conflitos de memória e exaltações à violações dos direitos humanos como o retorno à ditadura militar no Brasil. Como jovens, que não vivenciaram esta realidade, defendiam o retorno a um regime de exceção? Será que sabiam o que realmente era uma ditadura? E os direitos essenciais do cidadão? Qual seria o papel do professor na reelaboração dessas memórias? Essas questões levaram à formulação de uma proposta de produto final que pudesse trabalhar conceitos fundamentais para a reflexão sobre democracia, ditadura, direitos humanos e o papel do ser humano como agente de resistência e luta pela preservação de tais direitos. Para isso seria necessário mobilizar conceitos trabalhados nas aulas de mestrado profissional Profhistoria. Foram utilizados como base teórica Locais de Memória, Ensino de História e História Local. Esses foram os elementos que nortearam a criação de um aplicativo, um mapa virtual, contendo locais de memória em Nova Iguaçu. Todos os locais têm como elemento em comum a atuação de Dom Adriano Hypólito, bispo de Nova Iguaçu entre 1966 e 1994 e sua atuação enquanto liderança religiosa na luta contra a violação dos Direitos Humanos - assim, usando como referência uma figura local, elemento identitário, contribuindo para melhor compreensão dos conceitos, desenvolvendo a consciência histórica.
Palavras-chave
ProfHistoria. Ensino de História. Locais de Memória. História Local. Direitos Humanos.
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
PRISCILLA DAMASCENO RODRIGUES A HISTÓRIA NOS QUADRINHOS: O USO DE NARRATIVAS GRÁFICAS NAS AULAS DE HISTÓRIA 2020 MÁRCIA DE ALMEIDA GONÇALVES UERJ
Resumo
A presente pesquisa é resultado de alguns anos de uma experiência didática pregressa e aborda a utilização das histórias em quadrinhos nas aulas de História para turmas dos anos finais do Ensino Fundamental. Iniciamos nossos estudos teóricos, dialogando com autores de referência historiográfica que pesquisam o uso das narrativas como uma das importantes modalidades de escrever e socializar os saberes históricos. Compreendidas como um gênero literário híbrido, formadas por imagens e geralmente por textos, as historietas podem ser identificadas como narrativas gráficas, uma vez que unem as duas formas de linguagens, constituindo um tipo específico de comunicação humana. Elegemos esse tipo de arte, como um potente veículo, na abordagem de diversos conteúdos históricos. Foi organizada e integrada como anexo a esse material, uma história em quadrinhos que trabalhará a sociedade feudal na Baixa Idade Média. Questões sociais, econômicas, culturais, política e de gênero atravessam o roteiro dessa trama medieval. Nosso objetivo foi criar um material lúdico para crianças e adolescentes, fazendo dos encontros nas aulas de História um momento de educação mais prazerosa, empática e atraente para os estudantes.
Palavras-chave
ProfHistoria. Ensino de História. Produção e difusão de narrativas históricas. Ensino e aprendizagem em espaços não-formais. Narrativas Gráficas. História em Quadrinhos. Feudalismo.
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Dissertação