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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
MARA BETINA FORNECK ENSINO DE HISTÓRIA, NOÇÕES DE TEMPO E RELAÇÕES DE TEMPORALIDADE: UMA EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA COM PROFESSORES DE HISTÓRIA DE ARROIO DO MEIO/RS. 2017 MARA CRISTINA DE MATOS RODRIGUES UFRGS
Resumo
Este trabalho tem por objetivo relacionar o ensino de História, as noções de tempo e as relações de temporalidade. O estudo aconteceu a partir da experiência de elaboração do curso de formação continuada O Ensino de História, as noções de tempo e as relações de temporalidade e sua aplicação junto aos professores da rede municipal de ensino do município de Arroio do Meio/RS. Pretendeu-se discutir fundamentos teóricos e metodológicos de maneira a correlacionar os temas e qualificar a ação docente no Ensino Básico. A pesquisa foi desenvolvida a partir da observação e análise de materiais produzidos pelos professores participantes e utilizando mecanismos vindos dos estudos etnográficos, como o caderno de campo. Nessa proposta utilizou-se o conceito de Tempo Histórico a partir dos estudos do historiador Reinhart Koselleck e suas contribuições para complexificar o entendimento das relações de temporalidade. A intenção da formação foi possibilitar uma análise das propostas de planejamento dos professores, de maneira a problematizar o conceito de tempo que perpassa a organização das aulas e dos conteúdos escolares. Ao finalizar a aplicação do curso de formação, foi possível observar uma ampliação nos entendimentos dos conceitos de forma a superar o modelo vigente de ensino baseado em uma visão tradicional, linear e naturalizada de História.
Palavras-chave
Tempo. Temporalidades. Ensino de História. Formação Continuada de Professores
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
LUCIANO PINHEIRO PALTIAN CARTOGRAFIAS DO TEMPO: UMA PROPOSTA DE "MAPA DO TEMPO INTERATIVO" PARA O ENSINO DE HISTÓRIA 2017 FERNANDO FELIZARDO NICOLAZZI UFRGS
Resumo
A linha do tempo aparece como metáfora visual apenas no século XVIII, intimamente ligada à noção moderna de progresso, quando passa a ganhar espaço nas sociedades industriais até se tornar uma espécie de retrato da forma como concebemos o tempo. Atualmente, as timelines estão em jornais, revistas, exposições, sites, redes sociais, e, obviamente, no ensino de História. Entretanto, a forma de um tempo em linha carrega a noção de uma evolução contínua e incontornável, teleológica, exato oposto de um tempo histórico social, múltiplo, construído pelas sociedades humanas. No entanto, trabalhos historiográficos recentes mostram um conjunto muito mais amplo de possibilidades nas chamadas cartografias do tempo, que, baseadas em recursos da linguagem visual, resultam em objetos de aprendizagem extremamente valiosos para o ensino de História. Conhecidos como History Charts, Chronographics, ou, simplesmente, mapas do tempo, tem como característica comum o fato de apresentarem alternativas que se prestam bastante bem ao ensino de certas noções básicas do conhecimento histórico contemporâneo, para além da mera cronologia. Este trabalho apresenta um estudo desses materiais, e busca, a partir desses formatos e das formas do tempo medido, referências para a apresentação de um mapa do tempo interativo como forma de atingir resultados significativos no ensino de História junto a turmas do nível médio do ensino básico.
Palavras-chave
cartografias do tempo, timeline, ensino de História, mapa do tempo interativo
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
ANDRÉ LUIS DA COSTA CÔRREA ROLANDO DADOS, CRIANDO HISTÓRIAS, APRENDENDO HISTÓRIA - O USO DO RPG COMO INSTRUMENTO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO DE HISTÓRIA 2017 EDSON ANTONI UFRGS
Resumo
A presente pesquisa aborda a temática do uso de jogos na educação básica. Especificamente, trata dos RPGs (role-playing games), jogos de interpretação de personagem, como um recurso para estimular a iniciação científica no ensino de história. A partir da prática do RPG, buscou-se evidenciar momentos de pesquisa a partir de situações-problema apresentadas durante as sessões, bem como a partir da imersão dentro do cenário de jogo. Ao permitir uma simulação, que também é uma imaginação, do passado e articulando saberes prévios com a formação de conceitos formais do conhecimento histórico, o RPG se torna um mecanismo útil para as aprendizagens significativas em história – dentre as quais se destacam a concepção de agência histórica e o aprendizado de situações históricas: contextos, estruturas e conjunturas. As práticas foram conduzidas com alunos e alunas do sétimo ano do ensino fundamental da EMEF Paulo VI – Canoas-RS, a partir da formação de um grupo focal cujos encontros se deram dentro do espaço escolar no turno contrário às aulas regulares.
Palavras-chave
ensino de história, iniciação científica, RPG, resolução de problemas
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Dissertação