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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Foram encontrados 408 registros

Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
JONAS TADEU AMARAL PINTO A HIPÓTESE-CINEMA: ESCOLA, PRODUÇÃO AUDIOVISUAL E ENSINO DE HISTÓRIA 2019 ALEXANDRE PIANELLI GODOY UNIFESP
Resumo
O presente trabalho tem como objetivo analisar as possibilidades geradas através da relação cinema, escola e ensino de história, por meio de uma perspectiva em que os estudantes possam ser protagonistas da produção do conhecimento. Nesse sentido, traz a proposta de uma prática pedagógica que desenvolva a educação do olhar com os alunos, que passam a ver o filme como documento histórico, produto cultural, e como criação artística, garantindo 6 também a ampliação do repertório cultural das turmas envolvidas. Tal análise constata que esse processo é entendido a partir do próprio desenvolvimento da disciplina escolar história, dentro das culturas escolares, (JÚLIA, 2001 e VIÑAO, 2007). Tomando a concepção de cinema como alteridade (BERGALA 2008, FRESQUET 2013, MIGLORIN 2015) adotou-se como ponto de partida as experiências de realização de produção audiovisual no ambiente escolar, a partir das dificuldades, tensões e estranhamentos que esse processo gerou dentro da escola municipal Profª Virginia Loriza Zeitounian Camargo. Dentro desse universo escolar, buscou-se instrumentos para mapear as formas de organização e partilha do sensível (RANCIERE, 2005) que possibilitassem encontrar potências, fissuras na estrutura de organização do espaço comum e assim permitissem trabalhar com o cinema na chave da alteridade. Foi proposta a realização de dispositivos de criação e captura de imagem que contribuíssem para o desenvolvimento de conceitos próprios ao ensino de história, tempo e narrativa, além de provocar uma nova organização do sensível. Assim, espera-se contribuir para a reflexão sobre os desafios e as potencialidades da produção audiovisual escolar no ensino de história a partir das culturas escolares específicas.
Palavras-chave
cinema; educação; produção audiovisual escolar; ensino de história; ProfHistória
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
JULIANA ESPERANÇA FERRINI O ENCONTRO ENTRE ENSINO DE HISTÓRIA E PATRIMÔNIO CULTURAL: UMA PROPOSTA A PARTIR DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (SANTO ANDRÉ-SP) 2019 LUCÍLIA SANTOS SIQUEIRA UNIFESP
Resumo
Este trabalho foi pensado especialmente para a discussão da historicidade e produção de memória sobre o território que hoje compõe o município de Santo André, juntamente com os alunos da EJA, que em sua maioria são de origem migrante. Por meio das memórias convencionais produzidas sobre o município e as relações de poder que se cristalizam nos processos de patrimonialização nas esferas municipal, estadual e federal, é possível refletir também sobre os vestígios do passado e como ele nos atravessa no presente, dentro do Ensino de História. Para tal, escolhemos como vetor de estudo e discussão a Vila de Paranapiacaba. Tombada nas três esferas e candidata a patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO, ela fornece elementos que tangenciam as problemáticas levantadas ao longo da pesquisa: a passagem do tempo, a formação do território, as migrações, o trabalho, o patrimônio e sua preservação. Ao final, sugerimos uma sequência de atividades formulada a partir da docência junto aos alunos da EMEIEF Cândido Portinari, mas que pode ser apropriada e utilizada por outros profissionais interessados
Palavras-chave
Ensino de História; Patrimônio Cultural; Educação de Jovens e Adultos; Vila de Paranapiacaba; ProfHistória
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
LIZ ARAÚJO MARTINS GARCIA PRÁTICAS DA LEITURA E USOS DO LIVRO DIDÁTICO DE HISTÓRIA NA CULTURA DA EMEF JARDIM GUARANI 2019 MARIA RITA DE ALMEIDA TOLEDO UNIFESP
Resumo
Essa dissertação é resultado da investigação das práticas da leitura dos Livros Didáticos de história na escola da prefeitura de São Paulo na qual atuo, Emef Jardim Guarani – Prof.º José Alfredo Apolinário. Tal investigação tinha como objetivo observar que tipos de apropriações e usos os alunos dessa escola fazem do livro didático. Essa pesquisa partiu de alguns pressupostos: 1. A Forma Escolar que pressupõe, entre outros aspectos, princípios da cultura escriturária, isto é, capacitação para leitura e escrita. 2. A Cultura Escolar, mesmo com as ressalvas da especificidade de cada espaço escolar, consolidou o Livro Didático como principal material didático da escola. Essa consolidação não é um movimento unilateral, está articulada com as prescrições estatais que regularizam e garantem os livros às escolas. 3. A disciplina de história e seu exercício próprio de desnaturalizar estruturas, projetos, organizações sociais etc. provoca, de maneira difusa, uma disputa de discursos cujo campo de batalha muitas vezes é o livro didático. 4. A produção do livro didático propõe ao aluno um ritmo de leitura específico e oferece determinada cronologia que está associada ao currículo. Sobre esses protocolos de leitura do livro didático incide a mediação dos professores que usam o livro como suporte de textos e imagens para aulas. A relação dos alunos com essas duas mediações é mais autônoma do que geralmente pressupõem os vários setores da sociedade que querem discutir o livro didático. As fontes analisadas foram construídas a partir de relatórios de observação das práticas de alunos e professores quanto a leitura e uso do livro didático, aplicação de questionários aos alunos, entrevistas com professora de história e com alunos. Apesar do uso de entrevistas não se trata de um trabalho de história oral pois a metodologia empregada não se apropriou desse caminho investigativo. As entrevistas e questionários foram utilizadas como contraponto aos questionamentos e problemáticas que surgiram durante a observação.
Palavras-chave
Práticas de leitura; Livro didático; Ensino de História; ProfHistória.
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Dissertação