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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
CRISTIANO GOMES LOPES O ENSINO DE HISTÓRIA NA PALMA DA MÃO - O WHATSAPP COMO EXTENSÃO DA SALA DE AULA 2016 BRAZ BATISTA VAS UFT
Resumo
O século XXI nos apresenta um constante crescimento e avanços no campo das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC), que tiveram e têm desdobramentos em todas as esferas da vida humana, inclusive no âmbito educacional, na medida em que a informação, após sua seleção, interpretação e entendimento, tende a se transformar em conhecimento. Esta dissertação de mestrado destaca a importância dos usos das TDIC como ferramentas de ensino da disciplina de História, enfatizando especificamente o uso pedagógico dos grupos formados dentro da plataforma do aplicativo para dispositivos móveis, chamado WhatsApp, fazendo desse ambiente virtual uma extensão da sala de aula. Seu potencial, como um espaço de aprendizagem móvel, ubíqua e colaborativa, pode facilitar e aprimorar o ensino de História, seja no interior ou fora do ambiente escolar. Este aplicativo pode, desde que utilizado pedagogicamente, disponibilizar ao professor e aos alunos, uma gama de possibilidades para se trabalhar os temas e conteúdos históricos, vindo a promover a construção do conhecimento histórico através do seu uso com fins educativos. O objetivo desta pesquisa é estimular a aprendizagem histórica, pelo viés da mobilidade, ubiquidade e da colaboração, subsidiadas pelo uso dos grupos do WhatsApp. Para tanto, foi necessária à verificação da importância do uso do aplicativo como ferramenta e ambiente que pode promover o ensino e a aprendizagem histórica de forma colaborativa. Através do método da pesquisa-ação, analisamos e intervimos de forma a observar, estimular e mediar grupos criados em uma turma do 3º ano do ensino médio, para que se fosse constatada ou não a hipótese que permeia nossa pesquisa, que é a de que os grupos do WhatsApp podem servir de extensão da sala de aula da disciplina de História. No decorrer do experimento, foi verificando como e em que condições, esse ambiente virtual funciona conforme a hipótese levantada, sendo esses grupos os objetos de estudo desta pesquisa. Nos resultados, foram identificados possibilidades e limites do uso pedagógico do aplicativo, além da sua repercussão com finalidade didática na relação professor/aluno.
Palavras-chave
ProfHistoria, Ensino de História, WhatsApp, Redes Sociais, Aprendizagem Histórica
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dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
DÉBORA ARAÚJO FERNANDES OS MANUAIS DE “HISTÓRIA PÁTRIA REGIONAL” E AS REPRESENTAÇÕES DO ENSINO DE HISTÓRIA NO PARÁ NO INÍCIO DO SÉCULO XX (1902-1926) 2016 VASNI DE ALMEIDA UFT
Resumo
Esta dissertação tem como objetivo analisar o ensino de História nas escolas primárias do Pará, nas primeiras décadas do século XX, considerando as representações veiculadas nos manuais didáticos Apostilas de História do Pará (1915), de Theodoro Braga, e Noções de História Pátria (1920), de Silvio Nascimento e Raymundo Proença, ambos produzidos por autores paraenses e utilizados nas instituições de ensino desse Estado. Por meio da pesquisa bibliográfica e documental, buscamos investigar a regionalização do ensino de História nas primeiras décadas do século XX e como os manuais analisados apresentaram a História nacional e os processos históricos regionais. O aporte teórico perpassa pelos estudos de Chervel (1990) acerca das disciplinas escolares, de Choppin (2004, 2009) e de Bittencourt (2008) sobre a produção e a utilização de manuais didáticos, travando um diálogo com o conceito de representação de Chartier (1990). Além desses autores, também são relevantes as considerações de Bourdieu (1989) sobre os mecanismos de construção da identidade regional. Com esta pesquisa, pudemos averiguar que a regionalização do ensino de História não é algo recente e que o ensino proposto nos dois manuais que analisamos tinha a pretensão de forjar uma identidade regional para os paraenses, ao mesmo tempo em que ajudava na construção da identidade nacional brasileira.
Palavras-chave
ProfHistoria, Ensino de História, manual didático, representação, Escola Primária, identidade regional
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dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
DHIOGO REZENDE GOMES MĒ IXUJARĒNH - AUSÊNCIA, PRESENÇA E BUSCA: O ENSINO DE HISTÓRIA NA ESCOLA INDÍGENA TEKATOR DO POVO PANHĨ - APINAJÉ 2016 CLEUBE ALVES DA SILVA UFT
Resumo
Os povos indígenas foram tratados como a-históricos na construção da História disciplina ou ciência, como objetos (humanos) de estudo, transitaram entre a ausência e presença, contexto implicado na condição indígena equivocada e excludente no interior das sociedades que se formaram no contato com estes povos. No Brasil, a dominância colonial sobre as terras e seus povos originários, se fez também pela escolarização de cunho ocidental, cristã e civilizacional, inicialmente pelos trabalhos de catequese jesuítica e continuado pelo estado nacional, seja no império ou na república, as políticas indigenistas tinham no horizonte, a convenção nacional das populações indígenas e neste contexto, a educação escolar indígena foi pensada e aplicada. O movimento indígena político e organizado, cooperado com organizações e pesquisadores pró-índios, iniciaram um processo de mudança de paradigma da questão indígena no Brasil na década de 1970, culminando com o estabelecimento de direitos como terra e uma educação escolar respeitosa e valorizadora das culturas indígenas na Constituição Federal de 1988. A escola passou a ser reivindicada e está presente nas realidades de centenas de povos em suas Terras Indígenas em todas as regiões do Brasil, um destes povos é o Panhĩ – Apinajé, que teve sua escolarização iniciada na década de 1960, por missionários religiosos e nas últimas décadas, vem empreendendo um processo de busca e construção de uma educação indígena diferenciada, em uma escola ideal para a prática política que passa por uma soberania étnica e cultural. A história ensinada e aprendida, entrecruzada por formas e concepções diferentes no campo do conhecimento histórico, se apresenta na Escola Indígena Tekator da aldeia Mariazinha, como estratégica e instrumental nessa busca. Esta dissertação, por meio de pesquisa de campo e metodologia histórico-etnográfica, contribui com questões da escolarização indígena e o ensino de história nas aldeias, refletindo sobre as relações: educação tradicional e formal, escola e currículos, estado, comunidade indígena e sociedade envolvente. Trazemos apontamentos sobre os Apinajé como sujeitos históricos na busca de uma escola convergente com seus interesses e expectativas de escola diferenciada.
Palavras-chave
ProfHistoria, Ensino de História, Educação Escolar Indígena
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dissertação