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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
LUCIANO PINHEIRO PALTIAN CARTOGRAFIAS DO TEMPO: UMA PROPOSTA DE "MAPA DO TEMPO INTERATIVO" PARA O ENSINO DE HISTÓRIA 2017 FERNANDO FELIZARDO NICOLAZZI UFRGS
Resumo
A linha do tempo aparece como metáfora visual apenas no século XVIII, intimamente ligada à noção moderna de progresso, quando passa a ganhar espaço nas sociedades industriais até se tornar uma espécie de retrato da forma como concebemos o tempo. Atualmente, as timelines estão em jornais, revistas, exposições, sites, redes sociais, e, obviamente, no ensino de História. Entretanto, a forma de um tempo em linha carrega a noção de uma evolução contínua e incontornável, teleológica, exato oposto de um tempo histórico social, múltiplo, construído pelas sociedades humanas. No entanto, trabalhos historiográficos recentes mostram um conjunto muito mais amplo de possibilidades nas chamadas cartografias do tempo, que, baseadas em recursos da linguagem visual, resultam em objetos de aprendizagem extremamente valiosos para o ensino de História. Conhecidos como History Charts, Chronographics, ou, simplesmente, mapas do tempo, tem como característica comum o fato de apresentarem alternativas que se prestam bastante bem ao ensino de certas noções básicas do conhecimento histórico contemporâneo, para além da mera cronologia. Este trabalho apresenta um estudo desses materiais, e busca, a partir desses formatos e das formas do tempo medido, referências para a apresentação de um mapa do tempo interativo como forma de atingir resultados significativos no ensino de História junto a turmas do nível médio do ensino básico.
Palavras-chave
cartografias do tempo, timeline, ensino de História, mapa do tempo interativo
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
ANDRÉ LUIS DA COSTA CÔRREA ROLANDO DADOS, CRIANDO HISTÓRIAS, APRENDENDO HISTÓRIA - O USO DO RPG COMO INSTRUMENTO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO DE HISTÓRIA 2017 EDSON ANTONI UFRGS
Resumo
A presente pesquisa aborda a temática do uso de jogos na educação básica. Especificamente, trata dos RPGs (role-playing games), jogos de interpretação de personagem, como um recurso para estimular a iniciação científica no ensino de história. A partir da prática do RPG, buscou-se evidenciar momentos de pesquisa a partir de situações-problema apresentadas durante as sessões, bem como a partir da imersão dentro do cenário de jogo. Ao permitir uma simulação, que também é uma imaginação, do passado e articulando saberes prévios com a formação de conceitos formais do conhecimento histórico, o RPG se torna um mecanismo útil para as aprendizagens significativas em história – dentre as quais se destacam a concepção de agência histórica e o aprendizado de situações históricas: contextos, estruturas e conjunturas. As práticas foram conduzidas com alunos e alunas do sétimo ano do ensino fundamental da EMEF Paulo VI – Canoas-RS, a partir da formação de um grupo focal cujos encontros se deram dentro do espaço escolar no turno contrário às aulas regulares.
Palavras-chave
ensino de história, iniciação científica, RPG, resolução de problemas
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
CLEYTON MACHADO PRÁTICAS TEATRAIS NO ENSINO DE HISTÓRIA: CONTRIBUIÇÕES DE AUGUSTO BOAL E PAULO FREIRE 2017 JANE BITTENCOURT UFSC
Resumo
Entender como se processam as relações de opressão na sociedade, através da prática educativa dialogal, como proposta por Paulo Freire, implica em estabelecer uma relação constante e dinâmica entre os sujeitos, no sentido de buscar a interação de diferentes conhecimentos possíveis de vários lugares e épocas. Acreditamos que práticas teatrais possam colaborar fundamentalmente com esse processo, por expandirem as possibilidades de ação didática. O Teatro do Oprimido proposto por Augusto Boal visa dar um sentido profundamente social para tais práticas, em que o sujeito tem a oportunidade de questionar a si mesmo e o mundo, tanto no presente quanto em relação ao passado. Quando direcionamos esses subsídios ao ensino de História, percebemos o quanto a habilidade de considerar a relação dos agentes históricos com os elementos do seu tempo pode proporcionar uma rica integração das propostas dos autores aqui discutidos, assim como oportunizar o diálogo com o conhecimento histórico no processo educacional. Buscamos, através deste estudo prático e investigativo, analisar as potencialidades de práticas teatrais associadas ao ensino de História. Particularmente utilizamos a ditadura civil-militar brasileira como base temática, e investigamos seu ensino tendo por base o conceito de empatia histórica. Para tanto, no primeiro capítulo, analisamos algumas contribuições de Augusto Boal e Paulo Freire que serviram de base para este estudo; no segundo capítulo, apresentamos o conceito de empatia histórica e discutimos suas possíveis ligações com as práticas teatrais; no capítulo seguinte são discutidos os resultados das práticas teatrais implementadas à luz das análises teóricas realizadas. Com este estudo, além de entender como se processa o pensamento histórico dos estudantes, partindo do tema proposto, buscou-se também oferecer mecanismos para o seu aperfeiçoamento.
Palavras-chave
Relações de opressão; Práticas teatrais; Empatia histórica
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Dissertação