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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
ARTUR DUARTE PEIXOTO JOGAR COM A HISTÓRIA: CONCEPÇÕES DE TEMPO E HISTÓRIA EM DOIS JOGOS DIGITAIS BASEADO NA TEMÁTICA DA REVOLUÇÃO FRANCESA 2016 TEMISTOCLES AMÉRICO CORRÊA CEZAR UFRGS
Resumo
O presente trabalho versa sobre a escrita da História em dois jogos digitais baseados na temática da Revolução Francesa. Os artefatos analisados foram Tríade: liberdade, igualdade e fraternidade e Assassin’s Creed Unity. O primeiro, produzido pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), no contexto de uma chamada pública para financiamento governamental de jogos digitais com destinações educacionais. O segundo, desenvolvido por um dos maiores estúdios criadores de jogos digitais do mundo, a Ubisoft. O foco da pesquisa se concentrou na análise das concepções de tempo e de História presentes nos dois produtos, de modo que isso possa contribuir com professores que pretendam utilizá-los como recursos didático-pedagógicos no ensino de História. Para realizar a pesquisa foi necessário jogá-los, sob um olhar atento para as imagens, a paisagem sonora e a narrativa interativa, característica desse tipo de artefato digital. Os resultados da investigação sugerem que existem semelhanças nas concepções de História nos dois jogos, pois ambos apresentam certo apego a um tipo de História dos grandes homens e dos grandes acontecimentos. Mas positivamente, o jogo educacional possui uma personagem feminina como protagonista da narrativa, ao contrário do comercial, em que é essencialmente masculino. Por outro lado, o jogo produzido pelo grande estúdio, possui uma complexa concepção temporal, apresentando ao jogador múltiplas temporalidades simultâneas, mas o jogo educacional, tem predominantemente uma concepção linear de tempo histórico. É fundamental, portanto, em caso de utilização como recurso didático-pedagógico no ensino de História, a intervenção do professor para sanar os limites desses artefatos, de maneira que os estudantes construam conhecimento histórico.
Palavras-chave
ProfHistória;Ensino de História;Jogos digitais com temáticas históricas;Concepções de tempo;Concepções de história;Temporalidades simultâneas
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dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
SHEROL DOS SANTOS HISTÓRIA DA ÁFRICA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA NO CURRÍCULO DE HISTÓRIA: PROPOSTAS DE TRABALHO 2016 NATALIA PIETRA MÉNDEZ UFRGS
Resumo
A construção de uma estrutura metodológica e conceitual que inclua a história da África e a cultura afro-brasileira nos currículos de História nos Anos Finais do Ensino Fundamental busca atender uma demanda dos professores da área de História nascida a partir da Lei 11.645/2008. Esta legislação, em vigor desde o ano de 2008, altera a Lei 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB) para incluir no currículo a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. Esta alteração, indicada no parágrafo 1º da referida lei atinge claramente os currículos da disciplina de História, e social e internamente espera-se que os professores de história dominem a priori os conhecimentos necessários a temática, forçando muitas vezes a produção de programações e materiais a serem vinculados dentro da escola de forma pouco ou nada refletida. É neste ponto que acredito que meu trabalho pode ser inserido e encontra justificativa para sua execução: instrumentalizar diretamente os professores da área de História para o trabalho com as temáticas relacionadas à História da África, cultura afro-brasileira e seus desdobramentos nas salas de aula do ensino fundamental. A intenção principal desse trabalho é fornecer um caminho, sem grandes fórmulas mágicas ou salvadoras; fornecer subsídios mais sólidos e específicos para o saber e fazer docente nas áreas de História no ensino básico que possa contemplar uma educação anti-racista e inclusiva.
Palavras-chave
ProfHistória;Ensino de História;História da África;Lei nº 10.639
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dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
ADRIANA DE SOUZA QUADROS A MINHA ESCOLA TAMBÉM TEM HISTÓRIA: UMA PROPOSTA DE ENSINO DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO COM TURMAS DO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL FINAL DA ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA FERNANDO GOMES (PORTO ALEGRE/RS) 2016 BENITO BISSO SCMIDT UFRGS
Resumo
Este estudo tem como objetivo propor e avaliar uma experiência de ensino de História através do patrimônio a partir do diálogo entre as noções de patrimônio pessoal, patrimônio“consagrado” e, sobretudo, patrimônio escolar. A atividade foi proposta a duas turmas de 6ºano das séries finais do ensino fundamental da Escola Estadual de Educação Básica FernandoGomes, localizada na cidade de Porto Alegre (RS), onde atuo como professora. Os principais conceitos mobilizados foram: ensino de História, memória, patrimônio, patrimonialização e patrimônio escolar. A metodologia utilizada é de inspiração etnográfica, analisando não apenas a recepção dos/as alunos/as, mas também as minhas reações como professora/pesquisadora durante o desenvolvimento e aplicação das atividades. A oficina foi dividida em cinco etapas nas quais os/as estudantes exercitaram as práticas da observação, interpretação e seleção dos registros escolares. Com a experiência dessa oficina, foi possível investigar como os alunos/as experimentam e reelaboram conceitos importantes para o ensino de História nas escolas como memória, fonte histórica e oficio do historiador utilizando os diferentes significados que assume o patrimônio (o pessoal, o escolar e o consagrado). Sendo assim, esta pesquisa propõe refletir sobre determinadas noções próprias ao conhecimento histórico, articulando diferentes espaços de guarda do patrimônio ao ambiente escolar, considerando o papel protagonista do/a educando/a no processo de ensino-aprendizagem. Além disso, pretende evidenciar aos/as aluno/as que os “patrimônios” resultam de processos sociais que envolvem disputas e silenciamentos.
Palavras-chave
ProfHistória;Ensino de História;Memória;Patrimônio;Patrimonialização;Patrimônio escolar
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dissertação