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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Foram encontrados 259 registros

Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
LUISA DUQUE ESTRADA ROSATI O TEMPO HISTÓRICO EM SALA DE AULA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES 2016 MARIA APARECIDA CABRAL UERJ
Resumo
O objetivo deste trabalho consiste na elaboração de materiais e propostas didáticas que aprofundem a compreensão e a reflexão sobre o tempo histórico no 6º ano do ensino fundamental, conjugando conteúdos previstos no currículo com o trabalho com conceitos relacionados ao tema em questão. Para isto, buscamos estabelecer um diálogo com alguns dos principais autores que discutem o tempo histórico nos campos da teoria da história e do ensino de história. Como um tema complexo, o tempo suscita debates e permite uma pluralidade de abordagens e perspectivas. Partimos da avaliação de que, a despeito de sua centralidade para o pensamento histórico, o tempo é ainda pouco explorado ou problematizado em sala de aula. O diálogo com a teoria, portanto, nos permitiu pensar de que forma as discussões sobre o tempo histórico se expressam em sala de aula, através tanto das perspectivas temporais dos alunos quanto da forma como os professores podem fazer uso delas. A reflexão sobre a prática de sala de aula nos permitiu definir alguns dos principais desafios a serem enfrentados para uma melhor compreensão do tempo histórico por parte dos alunos do 6º ano.
Palavras-chave
Profhistoria;Ensino de História;tempo histórico
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dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
LORRAINE JANIS VIEIRA DOS SANTOS NAZÁRIO A LEI E OS LIVROS: TRANSFORMAÇÕES NA PRODUÇÃO DIDÁTICA DE HISTÓRIA APÓS A LEI 10.639/03 2016 HELENICE ROCHA UERJ
Resumo
Resultado da luta histórica do movimento social negro, a Lei 10.639/03 promoveu a inclusão da temática africana e afro-brasileira no ensino de História e, por conseguinte, na narrativa didática. Nesse sentido, a presente dissertação tem como objetivo compreender as transformações ocorridas no currículo e, especialmente, nos livros didáticos de História a partir da incorporação da lei no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) em 2011. No caso do conhecimento histórico escolar, a indução provocada pela lei e pelas Diretrizes Curriculares (2004), estabelece que se prova uma imagem positiva do negro na narrativa histórica, ressaltando o protagonismo na construção da nação em seus aspectos políticos, sociais, econômicos e culturais. Tendo como pressuposto o esforço das editoras em adequar as obras à obrigatoriedade da legislação, procuramos fazer uma análise comparativa de duas coleções aprovadas no PNLD de 2011 e 2014, investigando a forma como é realizada a representação do negro nesses livros.
Palavras-chave
Profhistoria;Ensino de História;Lei 10.639.;Programa Nacional do Livro Didático. Ensino de História
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dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
LEANDRO ROSETTI DE ALMEIDA MUSEU DA LEMBRANÇA: HISTÓRIA ENSINADA, NARRATIVIDADE E MEMÓRIA 2016 SÔNIA MARIA DE ALMEIDA IGNATIUK WANDERLEY UERJ
Resumo
Esta pesquisa pretende subsidiar teórica e metodologicamente a experiência de utilizar uma plataforma digital para reunir narrativas de atores sociais de uma instituição pública de ensino e possibilitar, através desses relatos, experiências pedagógicas voltadas para o ensino de história. O objetivo geral deste estudo é apresentar uma investigação sobre as narrativas históricas produzidas por estudantes ao entrarem em contato com o conhecimento apresentado pela história que se ensina na escola, identificando nessas narrativas as marcas do tempo presente, o diálogo que este estabelece com as demais temporalidades e a consciência histórica dos sujeitos imersos na tempestade tecnológica que caracteriza a contemporaneidade. Para tanto, considerar-se-á que as aulas de história são, potencialmente – mas não exclusivamente –, espaços privilegiados para enveredarmos na investigação da aprendizagem sobre o tempo. Um dos aspectos que caracteriza aquelas aulas, a partir da peculiaridade supracitada, é o fato de que nelas pululam enredos e pensamentos, sonhos e esperanças, relatos e experiências, através das narrativas dos alunos e das alunas. Ao contar o que sabem, e mesmo o que não sabem, sobre as experiências no tempo, estudantes produzem narrativas que desenham, como uma impressão digital, marcas que lhes são próprias, originais, e que forjam – através da palavra – a identidade desses sujeitos.
Palavras-chave
Profhistoria;Ensino de História;Narrativa histórica;Consciência histórica;Memória
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dissertação