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Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



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Foram encontrados 408 registros

Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
LUIS FELIPE SANCHES MEMÓRIA E PATRIMÔNIO EM TUPÃ-SP: PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O SOLAR LUIZ DE SOUZA LEÃO (1901-1980) 2018 MICHEL KOBELINSKI UNESPAR
Resumo
A presente pesquisa analisa as práticas arquivísticas de Luiz de Souza Leão (1901-1980) – descendente de famílias ilustres de Pernambuco (séc. XVII) –, que, ao longo do século XX, vinculou imagens de si à colonização e à exploração dos sertões do Estado de São Paulo por meio da escrita de uma história em que este é narrador e protagonista. Tal prática autorreferente, associada à Empresa Melhoramentos da Alta Paulista e, consequentemente, à fundação das cidades de Tupã (1929) e Parapuã (1934), à organização do Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre (1966) e do Solar Luiz de Souza Leão, levaram à problematização das subjetividades dos modos de ser de Luiz de Souza Leão: como a construção de si nutriu uma escrita autorreferente e sua ampliação para espaços de memórias? Por meio da pesquisa é possível apresentar, com base em uma intervenção museológica, produtos ou serviços a partir das seguintes questões: como é trabalhada a exposição no Solar Luiz de Souza Leão? Tendo como aportes teóricos e metodológicos os estudos (auto)biográficos, o objetivo central deste projeto é trabalhar a exposição por meio de uma cartilha pedagógica com atividades lúdicas para serem aplicadas no Solar Luiz de Souza Leão. Algumas dimensões destes arquivos do eu (escritos, arquivos e monumentos) estão presentes na proposta e são problematizados, a saber: as influências sociais (tais como a função e valor social), as práticas ou maneiras encontradas por Luiz de Souza Leão para arquivar a própria vida, a intimidade arquivística, isto é, suas intenções autobiográfico-monumentais, bem como a organização das exposições neste museu-casa. Sendo assim, a baliza temporal deste trabalho é o período da vida de Souza Leão até os dias atuais. As fontes de pesquisa, que se circunscrevem ao espaço museológico Solar Luiz de Souza Leão e às suas coleções e/ou exposições (panfletos), fotografias, recortes de jornal, mobiliário, cartas, certidões, documentos oficiais e tombamentos, além de seu texto (autobiográfico intitulado Fundação de Tupã (1968), fornecem material indispensável a inúmeros produtos destinados aos seus visitantes. No âmbito deste estudo, a pesquisa procura ampliar o conhecimento acerca da História Local e Regional, além de refletir sobre os conceitos de patrimônio histórico, exposições de acervos em museus e (autobiografia).
Palavras-chave
ProfHistória; Ensino de História; Espaços de memória; Ensino e aprendizagem em espaços não-formais; Educação Patrimonial; Nova Museologia. Solar Luiz de Souza Leão.
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
ANDRÉIA RODRIGUES HOSHINO O ENSINO DE HISTÓRIA NO COLÉGIO ESTADUAL INDÍGENA PROFESSOR SÉRGIO KRIGRIVAJA LUCAS - TERRA INDÍGENA FAXINAL – PR 2018 ISABEL CRISTINA RODRIGUES UEM
Resumo
O trabalho aqui apresentado é baseado em dados coletados em uma pesquisa de campo, bibliografias e documentos oficias existentes no Brasil sobre a Educação Escolar Indígena. O mesmo tem por objetivo verificar como está ocorrendo o ensino da disciplina de história no Colégio Estadual Indígena Professor Sérgio Krigrivaja Lucas - localizado na Terra Indígena (T.I.) Faxinal, município de Cândido de Abreu – PR. Além de também responder ao seguinte questionamento: como o ensino de História na escola indígena tem contribuído para a efetivação da educação intercultural, específica e diferenciada, conforme previsto na Constituição Federal de 1988 nos artigos 210, 215, 231 e 232 e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/ 1996 nos artigos 26, 32, 78 e 79? Para atingir o objetivo, realizei observações das aulas de história nas turmas dos 6ºanos aos 9ºanos e entrevistas com os professores de história das turmas e com os Kaingang, moradores da T.I Faxinal. A partir destes levantamentos, conclui que o ensino de história tem sido bastante distante do cotidiano e dos problemas enfrentados pelos Kaingang, ou seja, não tem assumido a ideia proposta pela legislação que ampara a Educação Escolar Indígena. Para contribuir com a solução do problema encontrado, primeiramente, socializei com os professores de história os dados obtidos nas entrevistas realizadas com os Kaingang da T.I Faxinal, sobre as histórias que eles gostariam que fossem ensinadas em sala de aula; em segundo lugar, realizamos uma roda de conversa com todos os funcionários da escola sobre o tema: os povos indígenas e a Legislação e, posteriormente, finalizei as intervenções selecionando com os professores da disciplina os conteúdos que poderão ser trabalhados em sala de aula, contemplando algumas das histórias que os Kaingang da T.I Faxinal desejam que seus filhos, sobrinhos e netos aprendam.
Palavras-chave
Ensino de História; educação escolar indígena; Escola Kaingang
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Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
MAURICIO ANTONIO DAL MOLIN FILHO UM ESTUDO DA ALIENAÇÃO COMO EFEITO DO PROGRAMA ESCOLA SEMPARTIDO: COMO DEFENDER O OFÍCIO DE ENSINAR HISTÓRIA 2018 JOSÉ HENRIQUE ROLLO GONÇALVES UEM
Resumo
método de ensino-aprendizagem. A partir disso, elencamos o fenômeno da alienação incutido na essência do Programa Escola sem Partido. A condição da alienação se faz presente tanto nas ações refletidas e derivadas do referido Programa, criando um aparato de denúncias que transformam o cenário educacional em um espaço de judicialização, quanto nos agentes propugnadores, quando incentivados a fiscalizar os conteúdos ministrados em sala de aula, culminando na criação dos sintomas de falsa consciência e reificação no ato de aprender e ensinar História Esta pesquisa se propõe a analisar o Programa Escola sem Partido e sua incidência sobre o ofício do professor, principalmente, no exercício de ensinar História. Existe, na proposta do Programa Escola sem Partido, a ideia de que há doutrinação exercida por parte dos professores brasileiros e que tal prática precisa ser monitorada e denunciada a fim de não interferir política, religiosa e ideologicamente na formação do aluno. Utilizamos, como fontes de análise, os Projetos de Lei 7180/2014 e o 193/2016, bem como material oriundo de canais de comunicação cujo conteúdo nos permitiu lançar a hipótese de que há uma intenção de controle e cerceamento ao trabalho do professor, comprometendo o processo criativo e interferindo no método de ensino-aprendizagem. A partir disso, elencamos o fenômeno da alienação incutido na essência do Programa Escola sem Partido. A condição da alienação se faz presente tanto nas ações refletidas e derivadas do referido Programa, criando um aparato de denúncias que transformam o cenário educacional em um espaço de judicialização, quanto nos agentes propugnadores, quando incentivados a fiscalizar os conteúdos ministrados em sala de aula, culminando na criação dos sintomas de falsa consciência e reificação no ato de aprender e ensinar História.
Palavras-chave
Ensino de História; Escola Sem Partido; Alienação; Falsa Consciência; Reificação
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Dissertação