• Quem é Quem - Profhistória
  • Facebook
  • Youtube

Lista das dissertações dos alunos do ProfHistória



Limpar

Foram encontrados 408 registros

Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
EVELYN BEATRIZ LUCENA JOSEFA MOÇAMBIQUE, CLARA REBOLO, JOAQUINA DE NAÇÃO E QUITANDEIRA MONJOLO: NOVAS NARRATIVAS PARA O ENSINO DE HISTÓRIA DA ESCRAVIDÃO 2018 GIOVANA XAVIER UFRJ
Resumo
A presente dissertação tem como objetivo trabalhar no ensino de História as agências e experiências de mulheres negras africanas escravizadas. Partindo da premissa que o Ensino de História da escravidão ocupa um lugar de fronteira entre a história social da escravidão e a Educação (MONTEIRA; PENNA, 2011), desejo contribuir na construção de outras memórias e identidades negras na educação básica. Para tal, proponho uma metodologia de trabalho que valoriza o uso de fontes históricas que oportunizam conhecer as muitas histórias da população negra feminina no Rio de Janeiro oitocentista. Lançando mão de anúncios de fuga do periódico Diário do Rio de Janeiro (1830 a 1832), a pesquisa propõe a construção de materiais pedagógicos que contribuam para a luta antirracista na Educação, fortalecendo assim o trabalho com a Lei nº 10.639/03.
Palavras-chave
Ensino de História, mulheres negras, escravidão, agência, fontes históricas
Link
Dissertação
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
TIAGO LESSA BASTOS AZEREDO O ENSINO DE HISTÓRIA NO COLÉGIO PEDRO II: AUTONOMIA DOCENTE EM TEMPOS DE PRECARIZAÇÃO? 2018 ALESSANDRA NICODEMOS UFRJ
Resumo
- Essa dissertação investiga os impactos sobre a autonomia docente da atual conjuntura de políticas educacionais neotecnicistas do tempo presente. O campo empírico dessa investigação foi os docentes atuantes do departamento de pós-graduação do Colégio Pedro II, e que atuam também em turmas de Educação Básica. Através do método investigativo de aplicação de questionários, analise dos seus dados quantitativos e qualitativos que dialogasse com teorias do Ensino de História, concluiu que as profissionais condições de trabalho desses docentes ainda lhes permitem construir práticas autônomas de ensino. Por outro lado, outras ameaças e desafios ao Ensino de História foram mencionadas e analisadas na perspectiva de serem trabalhadas no produto final dessa dissertação. Seguindo a linha de pesquisa Saberes históricos no espaço escolar essa dissertação também se dedica ao professor de História. Não só contribuindo com reflexões sobre a sua práxis, como também, fortalecendo a sua atuação no campo da História do tempo presente. Visto que ao mesmo tempo em que faz um convite para o estudo da sua função histórica e as circunstâncias da sua atual prática docente, convoca os professores a trabalharem, em sala de aula, com possibilidades de realização da Oficina Caneta da Reescrita que tem o potencial de gerar múltiplas construções e exemplificações de práticas autônomas. A ideia central dessa oficina é inicialmente proporcionar aos alunos a possibilidade de rescreverem os títulos e subtítulos dos seus orientadores curriculares, como por exemplo, o índice do livro didático, de modo que possam modificar sentidos e as autorias dos pontos de vista. Para em seguida, gerar reflexões que busquem o aprendizado de conceitos básicos e fatos que serão trabalhados na próxima unidade curricular.
Palavras-chave
Ensino de História; Precarização docente; Colégio Pedro II; Autonomia; Políticas educacionais neotecnicitas; História do tempo presente.
Link
Dissertaçao
Autor Título da Dissertação Ano Orientador Instituição
LENNA CAROLINA DA SILVA SOLÉVERNIN CAMPO DE HISTÓRIAS E A BATALHA PELA MEMÓRIA: USOS POSSÍVEIS DO CAMPO DE SANTANA NA PRÁTICA DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL 2018 MARIETA DE MORAES FERREIRA UFRJ
Resumo
O trabalho tem como objetivo traçar a trajetória das disputas pela memória da região do Campo de Santana no Centro do Rio de Janeiro. De arrabalde depósito de detritos no século XVIII ao Jardim romântico amputado por Vargas utilizado como passagem e despertador dos temores dos transeuntes contemporâneos, o Campo de Santana mudou inúmeras vezes sua toponímia. No entanto, a memória do carioca jamais incorporou os nomes para além daquele que remete a pequena igreja construída por escravos em devoção à avó de Jesus. Atualmente seu nome oficial é Praça da República, porém muitos visitantes não o reconhecem como tal e seguem perdidos em seu entorno buscando o Campo de Santana. Diante de tal impasse, esta pesquisa, além de analisar as tensões acerca do lugar de memória, as múltiplas camadas de tempo sobrepostas no espaço, tem como proposta um “Jogo de memórias” pedagógico que, trabalhado em conjunto com uma aula de campo, tem como objetivo de promover a apropriação do patrimônio histórico urbano. A partir das memórias prévias confrontadas com o conhecimento histórico são oferecidos subsídios para a formação de uma identidade positivada de agente na construção das histórias da cidade para o estudante do ensino médio, sobretudo os moradores das comunidades vizinhas, em especial o Morro da Providência, tão visceralmente ligado a história republicana.
Palavras-chave
Ensino de História, espaço urbano, memória, patrimônio, jogo de memórias.
Link
Dissertaçao